O Silêncio do Rio Branco
Quinta-feira, 19 de março. Um temporal apaga o Centro Histórico. Na manhã seguinte, a arquivista encontra o pesquisador Aurélio Cavalcante Neto caído ao pé da escada da Casa Alencastro. A pasta do dossiê está aberta sobre a mesa. Vazia.
A apresentação marcada para as 18h foi cancelada. A cidade inteira já decidiu que foi acidente. Você tem uma caixa de documentos, o celular da vítima e um delegado disposto a ouvir.
- 1 a 6 jogadores
- 2 a 3 horas
- Dificuldade média
- 16+
Seis pessoas estiveram perto de Aurélio naquela semana
Todos têm alguma coisa a esconder. Só um tem a morte dele na consciência.

Rodrigo Tavares Menezes
Pediu que a apresentação fosse adiada. Diz que foi por prudência.

Helena Bragança Moura
Esteve com Aurélio na noite em que ele morreu. Paga boa parte das contas do Instituto.

Caio Resende
Tinha a exclusiva prometida. Diz que estava na estrada para a capital.

Letícia Fontenele
Ex-parceira de pesquisa. Quer o próprio nome de volta num artigo antigo.

Marlene Albuquerque
Encontrou o corpo. Trabalhava ao lado de Aurélio havia nove anos.

Osvaldo Pires, o Seu Valdo
Vigia o prédio há vinte anos. Estava de serviço na noite do apagão.
Cinco perguntas. Nenhuma resposta de graça.
- Aurélio caiu ou foi empurrado?
- Como o responsável entrou na Casa sem deixar registro?
- Onde está o dossiê?
- Por que ele fez isso?
- Quem causou a morte de Aurélio?
“Não me traga um nome. Me traga um nome e o papel que prova. Do resto eu cuido.”
O Delegado acompanha a investigação pelo chat. Ele avisa quando abrir cada envelope, aceita teorias e dá dicas, mas nunca entrega a resposta.
Leve o caso para a sua mesa
R$ 149,90 no Pix. Você preenche o endereço, paga com o QR Code e recebe a confirmação por e-mail.
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